E quando nos deparamos com tudo àquilo que até então não nos fora apresentado, ou simplesmente porque não deixávamos sê-los. Um pequeno descuido e basta. Assusta. Deixei-me ser atingida por você e suas palavras, não que isso seja algo ruim, pelo contrário, me desvencilho de todo o medo e cautela que insisto em carregar nos ombros. E pesa. Despi-me de qualquer visão erroneamente romantizada que pudesses ter a meu respeito. Livre de todo esse peso me transformo em uma criança, e daquelas bem mimadas mesmo com direito a bater o pé e reclamar de tudo. (enfatiza) Você me transforma. Consigo ser tudo ao mesmo tempo, consigo ser eu mesma, sem ficar me policiando a todo o momento para não desagradar alguém. Consigo sentir a reciprocidade. E é isso que me fascina, é isso que me prende tanto a você, de algum modo arranca toda a armadura e me deixa completamente vulnerável a tudo, não deixando alternativa que não seja, sermos eu e você.
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